Cheesecake Dadani
Massa
- 200 g de bolacha maizena
- 130 g de manteiga em temperatura ambiente
Aqueça o forno em 180 graus celsius (não consigo colocar a bolinha aqui). Bata as bolachas no liqüidificador até virar uma farinha. Misture com a manteiga. Forre uma forma de fundo falso com essa massa e asse por 10 minutos, até ficar levemente dourada.
Recheio
- 800 g de cream cheese
- 1 xícara (chá) de açúcar
- 5 ovos
- 3 colheres (sopa) de farinha de trigo
- 1/3 de xícara de creme de leite fresco
- 1 colher (chá) de essência de baunilha
- 1 colher (chá) de raspas de limão (opcional)
Retire o cream cheese da geladeira com uma hora de antecedência. Aqueça o forno em 180 graus celsius. Bata o cream cheese com o açúcar na batedeira. Adicione o creme de leite, as raspas, a baunilha. Adicione os ovos um a um batendo sempre. Despeje na forma e asse por 15 minutos. Reduza a temperatura e asse por mais 40 minutos, ou até sair o brilho do centro. Sirva com geléia de frutas por cima.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Estranheza
Devo dizer uma coisa: esse fim de ano está estranho! Os shoppings não estão lotados, o trânsito não está mais infernal que o de costume, os panetones só chegaram aos supermercados em novembro e até agora eu só recebi um email de boas festas! E o Natal já é na semana que vem!!!
Será que o espírito natalino está de férias?
Sinceramente espero que sim. E indeterminadas. Acho Natal um saco! Não é só porque não sou muito cristã (qualquer dia explico isso direito), mas é que essa onda de compaixão e "bom-samaritanismo" que tem data e hora para começar e para acabar me deixa um pouco triste com a humanidade.
A noite de Natal, então, é para mim uma tortura - amenizada só e unicamente pelo peru da minha mãe. A cidade fica vazia e tomada daquela aura familiar que está longe de povoar o meu cotidiano. A noite de Natal é o momento em que todos os problemas de família, para os quais você passou o ano todo fechando os olhos, desabam em sua cabeça como latas de atum da prateleira do mercado. Eu não consigo disfarçar o mau humor. É a única vez do ano em que eu uso relógio (vai que o acessório ajuda a acelerar o tempo, né?).
Acontece que esse ano a minha má vontade com a data está um pouco maior que o de costume. Perdi um grande, grandissíssimo, o maior, amigo no início do semestre. Esse fato me tirou do eixo de um jeito que eu nem sei explicar. E essa é a primeira vez que toco no assunto desde aquele 28 de julho. Parece - e talvez seja mesmo - chavão, mas muita coisa em mim mudou depois disso. E não estou falando de ter ido mal na faculdade durante todo o semestre, ou de chorar quando lembro daquela noite geladíssima. Estou falando de pontos de vista, de perspectivas, cuidados e prioridades mesmo.
É claro que também aconteceram coisas boas durante o ano (fiz uma viagem com meu marido que foi deliciosa, linda, refrescante e necessária), mas, colocando tudo na balança o prato onde está aquela perda ainda fica mais caído.
O choque foi tão grande, mas tão grande, que eu nunca estive tão esperançosa e animada para romper o ano. Na praia, como deve ser, para espantar os ebós. Tenho a impressão de que o ano que vem será bom como nenhum outro! Para todos nós!
Tem que ser, senão não faz sentido.
Será que o espírito natalino está de férias?
Sinceramente espero que sim. E indeterminadas. Acho Natal um saco! Não é só porque não sou muito cristã (qualquer dia explico isso direito), mas é que essa onda de compaixão e "bom-samaritanismo" que tem data e hora para começar e para acabar me deixa um pouco triste com a humanidade.
A noite de Natal, então, é para mim uma tortura - amenizada só e unicamente pelo peru da minha mãe. A cidade fica vazia e tomada daquela aura familiar que está longe de povoar o meu cotidiano. A noite de Natal é o momento em que todos os problemas de família, para os quais você passou o ano todo fechando os olhos, desabam em sua cabeça como latas de atum da prateleira do mercado. Eu não consigo disfarçar o mau humor. É a única vez do ano em que eu uso relógio (vai que o acessório ajuda a acelerar o tempo, né?).
Acontece que esse ano a minha má vontade com a data está um pouco maior que o de costume. Perdi um grande, grandissíssimo, o maior, amigo no início do semestre. Esse fato me tirou do eixo de um jeito que eu nem sei explicar. E essa é a primeira vez que toco no assunto desde aquele 28 de julho. Parece - e talvez seja mesmo - chavão, mas muita coisa em mim mudou depois disso. E não estou falando de ter ido mal na faculdade durante todo o semestre, ou de chorar quando lembro daquela noite geladíssima. Estou falando de pontos de vista, de perspectivas, cuidados e prioridades mesmo.
É claro que também aconteceram coisas boas durante o ano (fiz uma viagem com meu marido que foi deliciosa, linda, refrescante e necessária), mas, colocando tudo na balança o prato onde está aquela perda ainda fica mais caído.
O choque foi tão grande, mas tão grande, que eu nunca estive tão esperançosa e animada para romper o ano. Na praia, como deve ser, para espantar os ebós. Tenho a impressão de que o ano que vem será bom como nenhum outro! Para todos nós!
Tem que ser, senão não faz sentido.
Sem preparo
Gente, infelizmente ainda não sei moderar comentários aqui no blog. De qualquer forma, obrigada Rodolfo. Espero que seu semestre também termine muito bem e que seu próximo ano se inicie ainda melhor.
sábado, 1 de dezembro de 2007
Metalinguagem
Eu não costumo gostar dos finais dos meus textos. Talvez eu deva ficar escrevendo sem parar nunca mais.
Assinar:
Postagens (Atom)
